segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

msnfun

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A MSN talk:

- I'm a flirterial killer.
- Wouldn't that be a serial flirter?
- Schliter...
- How many have you killed already?
- Can't give an exact number but I can tell you where to find the cute bodies =)
- It's like C.S.I. meets Sex and the City.



Ok, give some credit, it WAS funny.
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sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Sem Tempo, Sem Paciência, Sem Vontade.

Tenho fases estranhas. Fases que as vezes parecem intermináveis e que realmente levam muito tempo pra acabar.

Lately, ando introspectiva, sabe? Tanto pessoalmente como on-line. Não lembro a ultima vez que dediquei mais de 10 minutos ao blog. Ou ao Orkut. Ou ao Facebook. Ou ao telefone, for all that matters. Dizer que "tô de saco cheio" é praticamente um understatement. Porque eu tô de saco tão cheio quanto o Papai Noel na noite de natal. É uma fase "recolha-se na concha e mofe". Talvez um dia eu bote minha cara pra fora novamente.

Enquanto esse dia não chega, tenho novidades relevantes (R) e irrelevantes (I) a vida alheia, e que quero deixar registrado.

R. Encontrei um sebo virtual com zilhões de títulos disponíveis, o Gojaba. Needless to say I´ve spent a lot of money on it already. Necessários: um cartão de crédito e uma certa quantidade de paciência, pois os livros tendem a demorar pra serem entregues.

I. Vou começar o TCC em Fevereiro. Needless to say² that I´m pretty fucked.

R. Voltei a correr. Porque isso é relevante na vida do meu leitor? Inspire yourself and start moving, minha celulite literalmente SUMIU. Um milagre que não tinha conseguido nem com cremes caros nem com reza braba.

I. Estou apaixonada pelo Nicholas Sparks. Mesmo que ele sempre, sempre parta meu coração com aqueles finais tristes.

I.R. I still. Miss. Love. Damn it.






Ooookey.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Meninas, Vocês Tem 3 Minutos.

How to Make a Good First Impression

Tem alguns meses essa reportagem já, o post tava guardado nos rascunhos do blog. Mas achei legal a teoria de que três minutos são suficientes pra construir uma boa primeira impressão - guy/girl falando.

Experiência pessoal: trust me, it´s enough.

sábado, 2 de outubro de 2010

Fuck.

Dying to shout a big WHATEVER to the world.

Since I'm a sissy, this is most likely to happen only when my head finally blows and my body decides that can't take any more of people's crap.

Hate being a sissy. Just hate. Wish I had the guts to tell people to go fuck themselves.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Pra NUNCA MAIS Ler Depois

Inspirada num tweet da Emily Giffin, decidi reler o blog que eu fazia em 2001. Coisas bizarras apareceram, tais como o teste abaixo, que estava destacado em rosa, com purpurina digital piscante (os comments entre parênteses são desse ano):

Que coisa fofa é você? (Uma coisa meiga lesada, com tempo de sobra pra fazer testes estúpidos)
Resultado (...): Você é uma estrela, brilhando meigamente. (WTF???)

Como eu atraia o sexo oposto naquela época ainda é um mistério indecifrável.

Enfim, como a Emily Giffin comentou depois de ter relido o dela, what a weirdo.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Pra Futuras Referências

Eu faço terapia há alguns meses (não vem ao caso que tipo de) e as vezes a Sônia (terapeuta) fala algumas coisas que na hora penso não serem importantes por serem muito lugar-comum ou porque eu já sabia daquilo e não tinha o porque anotar pra olhar depois. Mas na nossa última sessão ela disse uma coisa que na hora descartei como informação inútil, mas que depois de um tempo pensando, cheguei a conclusão que era melhor escrever o conselho pra rele-lo em alguns anos.

Said the Shrink: “Os nossos filhos (que a gente cria e mima desde pequenos) não são nossos, são do mundo. Nossa única incumbência como pais, é direciona-los no caminho que consideramos o melhor possível, mas com a consciência de que quando eles crescerem, tomarão suas próprias decisões e, por mais contrárias a nossas vontades que estas decisões sejam, elas deverão ser aceitas. Não são nossos filhos, não dependem mais de nós, são indivíduos, seres únicos e pensantes e devemos deixa-los tomar seus próprios caminhos.”

Enfim, ela me disse algo assim. Não sei como chegamos nessa conversa (alguém aí que ja fez terapia consegue explicar como se chega em determinados assuntos?) mas eu achei importante deixar anotado aqui porque eu acredito que, no dia em que for mãe, serei uma leoa. Daquelas que protege, mima, cuida, cheira todos os dias e defende a prole com caras feias e rugidos. Daquelas que sufoca, de tanto TANTO. E eu vou precisar ser lembrada que os meus filhos não são meus, são um empréstimo que Deus fez pra saciar meu instinto maternal e que devo devolve-los (em bom estado) assim que a hora chegar. Sem choro nem manha, apenas deixa-los ir.

Se até lá eu me esquecer desse conselho e vocês me verem overprotecting minha cria de 27 anos, tratando a pobre criatura como se ela tivesse 11 meses, esfreguem minha cara neste post por favor.

Sério mesmo.

domingo, 2 de maio de 2010

Polêmicas Meias.

As pessoas (lê-se avós, tios, primos) chegam pra mim perguntando do que eu tô precisando porque elas gostariam de me dar um presente, ja que eu fiquei dois anos fora e nesse tempo não me deram nada de Natal, Aniversário, Dia das Crianças, Hannukah, etc. E quando eu informo que, sinceramente, eu não quero nada porque eu não tô precisando de nada, elas me olham desconfiadas achando que eu tô recusando que gastem dinheiro em mim porque eu tô querendo ser educada. O alarme dispara... peeeehhhh! Wrong answer! Ainda mais vindo da pessoa que mais ama ganhar presentes no mundo. Caso é que, tendo morado dois anos nos EUA, eu literalmente fiz compras pro resto da vida. Eu tenho TUDO o que eu quero (com excessão de livros, eu sempre quero mais livros – mas minha família parece não entender isso). Mas roupas, calçados, maquiagem, badulaques? Não preciso de mais nada mesmo.

Ou assim eu pensava. Segunda a noite, organizando minhas gavetas, descobri que preciso de meias. Essas meias simples de se usar com tênis. Fui contar e achei 20 – dessas 20, 9 encontram-se furadas e 8 sem o par correspondente (aliás, para onde vão as meias que somem? A lavadora engole? Os gnomos roubam?). Resultado – restam 3 pares de meia, todas iguais, daquelas brancas de corrida, e as quais tenho revezado semanalmente. O que é vergonhoso, visto que eu faço Yoga de meia - certo que as velhinhas acham que eu sempre uso o mesmo par. Sujo ainda por cima.

Comentei com alguém que eu precisava de meias e descobri que há um código de conduta silencioso sobre o assunto – aparentemente não se pede meia de presentes; se ganha meia de presente - e a contra-gosto. Meia é o último presente desejável da face da Terra.

Fiquei matutando de onde vêm as meias. É que nem guarda-chuva, de onde vêm-para onde vão? Porque, se tu parar pra pensar, duvido que alguém compre meias regularmente ou mantenha um estoque de meias, ou saia de casa com o intuito de comprar meias. “– Onde você vai?” “– Ah vou no shopping procurar umas meias pra mim”. Manééééé, ninguém faz isso. Meia é que nem calcinha pra criança de 12 anos - só se obtem por necessidade e quando o vendedor oferece, “– tá baratinho, leva umas, aproveita.” Aliás meia é a tal venda adicional de beira de caixa “- vai uma meinha aí? – pô tô precisando mesmo, me vê uns dois pacotes de meias brancas, tamanho 39 por favor.”.

Bom, faz tempo que ninguém me oferece meias eu eu não tô afim de sair pra compra-las. Ano passado eu pedi a série Twilight de aniversário que era muito mais cara e tive ofertas, esse ano que tô pedindo meias... pô, façam-me o favor. Alguém? Ninguém? Muito simples? Também acho.

Sinceramente, se eu receber um pacote de meias nesse aniversário só vou achar engraçado e espirituoso se a pessoa disser que leu o meu blog. Senão vou taxar a criatura de pão dura e tosca, sem dó nem piedade. Porque no fundo, o preconceito existe né. Dar meias de presente... que brega meu. Enfim, meias, polêmicas meias.

(É foda a pessoa não ter do que falar. Meias? Podia falar do que eu ando lendo, fazendo... Mas meias? Sintoma de velhice tche...)